
A Agrocete, multinacional brasileira especializada em nutrição vegetal, biológicos, fisiológicos e adjuvantes, lançou o GRAP MAX MASS, um fertilizante foliar associado a um biofertilizante desenvolvido para atuar na fase reprodutiva das culturas, favorecendo o enchimento de grãos, frutos e órgãos de reserva.
O produto chegou ao mercado após cinco anos de pesquisas que envolveram a avaliação de 127 formulações, sendo que 18 avançaram para validações mais aprofundadas. Ao todo, foram analisadas 33 amostras finais e mais de 57 mil dados técnicos. Os testes aconteceram em diferentes regiões do Brasil e também no Uruguai, Panamá e Nicarágua.
Os resultados nos ensaios agronômicos foram expressivos. No trigo, em Witmarsum (PR), a produtividade cresceu 42,6%, com aumento de aproximadamente 1,29 tonelada por hectare. Na batata, em Cristalina (GO), o peso dos tubérculos por planta subiu 42,2%. Na soja, em Arapoti (PR), os ganhos chegaram a 16,4%, com incrementos de até 10 sacas por hectare. No arroz, em Lagoa da Confusão (TO), o aumento foi de 17%, e em Uruguaiana (RS), de 15,2%. No feijão, em Paracatu (MG), o incremento foi de 11%, e na cana-de-açúcar, em Araçatuba (SP), a produção subiu 10,7%, com 12,3 toneladas a mais por hectare.
O GRAP MAX MASS combina quatro macronutrientes com um biofertilizante obtido por hidrólise enzimática, processo que preserva aminoácidos ativos e facilita a absorção pelas plantas. O produto tem recomendação para soja, milho, trigo, arroz, feijão, algodão, café, citros, cana-de-açúcar, batata e hortaliças, com doses entre 300 mililitros e 1 litro por hectare conforme a cultura. Um dos diferenciais apontados pela empresa é a compatibilidade com a maioria dos defensivos agrícolas, permitindo inclusão nas pulverizações já programadas.
A diretora de Marketing e Desenvolvimento Técnico da Agrocete, Andrea de Figueiredo Giroldo, destacou que o desafio não é aplicar mais fertilizante, mas fazer com que a planta aproveite melhor os nutrientes disponíveis durante o enchimento dos grãos. O lançamento ocorre em um momento em que o Brasil importa cerca de 88% dos fertilizantes que utiliza na agricultura, tornando a eficiência nutricional uma prioridade estratégica para o setor.
Fonte: Portal Agroneg.




