
Dois senadores democratas dos Estados Unidos, Elizabeth Warren e Adam Schiff, enviaram uma carta ao presidente da SEC, Paul Atkins, pedindo uma investigação sobre o Truth API, produto lançado pela Trump Media, empresa controladora do Truth Social. A carta foi enviada na terça-feira, 28 de julho de 2026, e foi divulgada pela agência de notícias Reuters.
O Truth API oferece às empresas de trading acesso prioritário às publicações das 10 contas mais influentes da plataforma, incluindo a do presidente Donald Trump. A Trump Media informou que já assinou contratos com clientes antes do lançamento oficial, marcado para o dia 1º de agosto de 2026, mas não revelou os nomes dos compradores.
Na carta, Warren e Schiff classificaram o produto como um abuso do cargo presidencial. "Isso parece ser um abuso ultrajante do cargo do presidente em benefício próprio, que prejudica os investidores comuns e a integridade dos nossos mercados, enquanto enriquece Wall Street e outros insiders abastados", escreveram os senadores.
A Trump Media rejeitou as acusações e rebateu a ideia de insider trading — uso de informação privilegiada para negociar ativos. Um porta-voz da empresa disse que os senadores estariam deturpando o Truth API por oposição ideológica ou por não saber distinguir informação pública de não pública, e que eles teriam "inventado uma nova teoria de insider trading baseada em informações disponíveis ao público".
Fonte: Poder360




