
Escolher cultivares de rúcula com ciclo rápido pode fazer uma grande diferença na vida de quem produz essa hortaliça. Com um desenvolvimento curto e uma demanda que é quase diária, qualquer atraso até o ponto de colheita pode bagunçar todo o cronograma de plantio e comprometer a regularidade das entregas para feiras, supermercados, centrais de abastecimento e estabelecimentos especializados.
O especialista em Cinturão Verde Roberto Araújo explica que a rúcula exige uma programação muito bem ajustada entre semeadura, desenvolvimento e colheita. "Quando o produtor trabalha com rúcula, ele precisa ter velocidade. É uma cultura em que a programação de plantio e colheita precisa estar muito ajustada, porque existe uma demanda diária", afirma. Segundo ele, materiais sem precocidade podem atrasar a liberação das áreas e dificultar o cumprimento dos volumes programados.
Mas a velocidade não é o único fator. A conservação após a colheita também pesa bastante. Por ser perecível, a rúcula pode perder qualidade no transporte, no armazenamento e nos pontos de venda. Folhas mais resistentes ajudam a reduzir descartes e a preservar o valor comercial do produto. Araújo destaca que esse atributo é ainda mais importante para produtores que ficam longe dos centros consumidores.
Entre os materiais desenvolvidos para atender a essas necessidades está a rúcula Catharina, da Topseed Sementes. A cultivar tem ciclo rápido, sistema radicular desenvolvido, folhas mais largas e espessas — características que se alinham tanto às necessidades do produtor quanto às exigências do mercado, que hoje valoriza folhas maiores, uniformes e com boa qualidade visual.
Fonte: Portal Agroneg.




