
O mercado brasileiro de milho registrou altas moderadas e estabilidade nas principais praças do Sul e do Centro-Oeste na quinta-feira, dia 10. Segundo a TF Agroeconômica, o movimento foi sustentado pelo cenário externo, pela demanda industrial e pela necessidade de abastecer as fábricas de ração. Os negócios seguiram pontuais, mas compradores apresentaram propostas mais firmes em algumas regiões. Os produtores, por sua vez, continuam de olho nos custos de produção, nos fretes e nas condições para a nova safra.
No Rio Grande do Sul, as cotações subiram junto com a Bolsa de Chicago. O Porto de Rio Grande chegou a R$ 163,00 por saca, alta de 0,62%. Ijuí e Cruz Alta ficaram em R$ 151,00, com altas de 0,67% e 1%, respectivamente. Passo Fundo e Santa Rosa registraram R$ 152,00.
Em Santa Catarina, as indústrias de ração ajudaram a firmar os preços. São Francisco do Sul bateu R$ 158,00, com valorização de 0,45%. Palma Sola ficou em R$ 138,50 e Rio do Sul em R$ 140,00.
No Paraná, Paranaguá marcou R$ 161,73, alta de 0,79%. Cascavel chegou a R$ 154,00, enquanto Maringá e Ponta Grossa ficaram em R$ 151,00 e Pato Branco em R$ 149,00.
Em Mato Grosso do Sul, Dourados e Campo Grande foram cotados a R$ 143,00, com alta de 0,70%. Maracaju alcançou R$ 144,00, mesmo valor de Chapadão do Sul e Sidrolândia, que ficaram estáveis. Em Mato Grosso, Campo Verde registrou R$ 145,80, Lucas do Rio Verde R$ 142,60, Nova Mutum R$ 142,00 e Sorriso se manteve estável em R$ 141,00.
Para os próximos dias, o comportamento dos preços vai depender da demanda das indústrias, das oscilações na Bolsa de Chicago e das condições de comercialização em cada região.
Fonte: Portal Agroneg.




