
Romeu Zema, candidato do Partido Novo à presidência da República, afirmou nesta terça-feira, dia 29, que vai se manter na disputa até o fim do primeiro turno. A declaração foi dada em entrevista ao canal Plox Brasil, num momento em que, segundo a matéria, surgem relatos de pressão para que ele desista e apoie Flávio Bolsonaro, do PL.
"Na minha vida, até hoje, vou fazer 62 anos agora em outubro, eu sempre levei tudo até o final", disse Zema. Ele reforçou o compromisso com o Partido Novo e com seus apoiadores, e afirmou que vai seguir levando adiante suas propostas, princípios e os valores do partido, que, segundo ele, "são totalmente diferentes de outros partidos".
O candidato colocou o combate à corrupção como a principal meta de sua campanha. "Não há no Brasil nenhum partido que combata tanto a corrupção, que hoje, com certeza, é o maior problema do Brasil", declarou. Ele classificou o PT como "o destruidor do Brasil" e afirmou que "nunca houve tanta corrupção em valores tão altos, numa esfera tão elevada", citando inclusive o Supremo Tribunal Federal.
Para o segundo turno, Zema prometeu unidade entre os candidatos de direita: "Nós da direita estaremos todos juntos contra o PT".
Pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira, dia 28, mostra Zema com 1% das intenções de voto, mesmo porcentual da semana anterior. Lula lidera com 39%, Flávio Bolsonaro aparece com 34%, Augusto Cury e Ronaldo Caiado têm 4% cada, e Renan Santos registra 3%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06520/2026.
Fonte: Jovem Pan




