
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes rejeitou, nesta terça-feira (29 de setembro de 2026), um recurso apresentado por Danielle Nóbrega e manteve a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dela. A medida abrange informações do período em que Danielle ocupou um cargo comissionado no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República.
Danielle Nóbrega foi mulher do ex-policial militar Adriano da Nóbrega, apontado como chefe de milícia no Rio de Janeiro. Adriano foi morto pela polícia da Bahia em 2020, depois de ser considerado foragido.
No campo judicial, Danielle havia sido acusada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro no caso das chamadas "rachadinhas" no gabinete de Flávio Bolsonaro. No entanto, tanto o Supremo Tribunal Federal quanto o Superior Tribunal de Justiça anularam as provas coletadas em 2021, e as investigações foram encerradas.
O Poder360 tentou entrar em contato com Danielle Nóbrega para colher uma manifestação, mas não encontrou telefone ou e-mail válido. O veículo informou que seguirá tentando contato e que a reportagem será atualizada caso uma resposta seja enviada.
Fonte: Poder360




