
A produção brasileira de soja deve chegar a 174,9 milhões de toneladas em 2026, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Se confirmado, será um recorde histórico. O número integra o levantamento de julho do IBGE, que projeta uma safra nacional de 353 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas.
Com esse crescimento, a indústria de sementes enfrenta pressão crescente para processar grandes volumes sem abrir mão da qualidade. O Tratamento de Sementes Industrial — o TSI — torna-se ainda mais estratégico antes da semeadura. Realizado em ambiente controlado com equipamentos específicos, o processo precisa garantir recobrimento uniforme, aderência dos produtos aplicados, secagem adequada e boa fluidez das sementes ao longo da linha de processamento.
Robson Soares, gerente de Agronomia e Geração de Demanda da Laborsan Agro, destaca que manter o padrão do tratamento em grandes escalas exige mais atenção da indústria. Segundo ele, o foco está em processar muita semente mantendo qualidade e regularidade em toda a operação.
Entre as tecnologias utilizadas estão os polímeros, que formam uma película protetora na superfície da semente — prática conhecida como peliculização ou Film Coating. A Laborsan Agro utiliza a linha de polímeros LabFix em conjunto com os pós secantes LabSec. A empresa afirma que essa combinação auxilia no recobrimento, na secagem, na resistência à abrasão e na fluidez das sementes durante o processamento.
Os pós secantes reduzem a umidade superficial após o tratamento, facilitando o escoamento das sementes pelos equipamentos e evitando que grudem entre si, o que poderia atrasar e prejudicar a operação.
Fonte: Portal Agroneg.




