
O custeio administrativo da União, que reúne os gastos necessários para manter a estrutura federal funcionando no dia a dia, somou R$ 33,3 bilhões no primeiro semestre de 2026. Os dados são do Tesouro Nacional e se referem ao terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
Comparado ao mesmo período de 2025, quando o valor foi de R$ 30,1 bilhões, o gasto cresceu 10,7% em valores corrigidos pela inflação. Esse é o maior custeio registrado para um primeiro semestre desde 2014, ano em que a despesa chegou a R$ 35,4 bilhões.
O custeio administrativo não inclui investimentos. Entram nesse cálculo despesas como contratações temporárias, manutenção, contas de água e energia elétrica, serviços terceirizados, combustíveis, diárias, passagens e aluguéis.
A maior fatia dos gastos foi com serviços de apoio, categoria que inclui terceirização, limpeza e conservação, totalizando R$ 16,7 bilhões, alta de 13,3% em relação ao primeiro semestre de 2025. Também pesaram no total os gastos com tecnologia da informação, que somaram R$ 4,5 bilhões, combustíveis, com R$ 2,6 bilhões, e aluguel e conservação de imóveis, também com R$ 2,6 bilhões.
Fonte: Poder360




