
O PT lançou nesta quarta-feira, 22 de julho de 2026, a campanha nacional "O Brasil Não Se Entrega". O lançamento aconteceu no mesmo dia em que os Estados Unidos passaram a cobrar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com expectativa de uma taxa adicional de 12,5%.
A campanha vai circular nas plataformas digitais com vídeos, peças gráficas e mobilização da rede de porta-vozes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O foco são três temas: o Pix, defendido como um sistema público, gratuito e criado pelo Banco Central; a indústria e o comércio nacional, com ênfase na proteção de empregos diante das tarifas americanas; e as terras-raras, apresentadas como riquezas que devem servir ao desenvolvimento do país e à inovação tecnológica.
Em nota, o PT afirmou que a soberania nacional passou a ocupar o centro do debate político e citou "ataques promovidos pelos Estados Unidos contra a economia brasileira, incentivados pela família Bolsonaro". O partido declarou que há quem esteja "disposto a colocar interesses políticos e pessoais acima dos interesses do país".
"Vamos dialogar diretamente com a população sobre os impactos dos ataques à economia brasileira e reafirmar uma mensagem central: o Brasil é dono do seu próprio destino e não aceita que ninguém decida seu futuro em seu lugar", afirmou o PT.
No campo das pesquisas, um levantamento do PoderData, realizado de 18 a 20 de julho de 2026, mostrou que 46% dos eleitores aprovam o desempenho pessoal de Lula, ante 47% que desaprovam. No levantamento anterior, feito de 11 a 14 de julho, a aprovação era de 42% e a desaprovação chegava a 50%. A pesquisa ouviu 2.500 pessoas em 147 municípios das 27 unidades da Federação, com margem de erro de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.
Fonte: Poder360




