
A oferta controlada de feijão está ajudando a segurar os preços no mercado interno brasileiro. Isso vale para os dois tipos mais consumidos no país: o feijão carioca e o feijão preto. As informações são do Cepea, o Centro de Pesquisas que monitora o mercado agropecuário.
Com a finalização da colheita da terceira safra de 2025/26 e o início da semeadura da próxima temporada na região Sul, o mercado entrou num compasso de espera. Os compradores estão cautelosos, sem pressa para fechar negócio, enquanto os vendedores estão segurando a oferta, sem liberar grandes volumes.
No mercado do feijão carioca, o Cepea aponta que os agentes do setor estão tentando recuperar as cotações após quedas que ocorreram ao longo dos últimos três meses. Para isso, os vendedores estão testando ofertas em níveis de preço mais elevados, enquanto os compradores ficam de olho nas oportunidades de compra.
No feijão preto tipo 1, a situação também é de preços sustentados, mesmo com o ritmo lento das negociações. O período de entressafra e a busca por grãos de qualidade são os fatores que, segundo o Cepea, mantêm as cotações firmes neste momento.
Fonte: Ler matéria original




