
O senador Flávio Bolsonaro (PL) liderou o 1º turno da eleição presidencial brasileira e o mercado financeiro sentiu o impacto imediatamente. O EWZ (iShares MSCI Brazil ETF), fundo negociado na Bolsa de Nova York que acompanha o desempenho das ações brasileiras no exterior, disparou 10,16% no after-hours — o período de negociações que acontece após o fechamento do mercado americano. No pregão regular, o fundo já havia fechado com alta de 2,83%, a US$ 38,19. Depois do resultado das urnas, subiu para US$ 42,06, registrado às 4h58 da manhã de segunda-feira (5 de outubro), no horário de Brasília. Lá no Japão, em Tóquio, o NEXT FUNDS Ibovespa Linked ETF (1325), fundo que acompanha o Ibovespa, fechou o pregão em alta de 12,32%, a 331 ienes. Nas demais bolsas do mundo, o cenário era de relativa estabilidade: DAX-30 da Alemanha marcava +0,06%, o Euro Stoxx 50 da União Europeia +0,07%, e o Nikkei 225 do Japão avançava 2,45%, entre outros. Nas urnas, com 100% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro registrou 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56.104.503 votos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou com 45,16%, ou 53.879.538 votos. Os dois vão disputar o 2º turno em 25 de outubro de 2026. Segundo a matéria, essa é a 3ª vez que os grupos lulista e bolsonarista se enfrentam numa final de eleição presidencial, depois de 2018 e 2022. Se Lula vencer, será o primeiro presidente eleito quatro vezes pelo voto popular no Brasil. Se Flávio Bolsonaro ganhar, será o 2º governo de direita declarada no país desde o retorno à democracia civil, em 1985.
Fonte: Poder360




