
Bernie Ecclestone, de 95 anos e ex-dirigente da Fórmula 1, foi detido na segunda-feira (7 de setembro de 2026) no Aeródromo de Tires, em Cascais, Portugal. A prisão aconteceu durante uma operação de rotina da Divisão Aeroportuária da PSP, a Polícia de Segurança Pública, que encontrou uma espingarda na bagagem do britânico sem a documentação exigida pelas autoridades. Ecclestone havia viajado da Suíça até Portugal em seu jato particular.
Ao jornal britânico Daily Mail, o ex-chefe da F1 confirmou a detenção. Ele disse que levava a espingarda para praticar tiro ao prato e reconheceu que a documentação estava irregular. Segundo ele, os agentes perguntaram sobre um "livro azul", que é o documento necessário para o transporte legal da arma, e ele não tinha esse registro em mãos. Ecclestone afirmou que a situação foi resolvida depois de algumas horas.
Esse não foi o primeiro caso do tipo. Em 2022, Ecclestone foi preso no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, com uma pistola calibre .32, da marca LWSeecamp, encontrada na bagagem durante inspeção por raio-x. A arma estava sem carregador, sem munição e sem nenhuma documentação. Ele pagou fiança de R$ 6.000 e foi liberado para seguir viagem à Suíça.
Na Fórmula 1, Ecclestone começou nos anos 1950, primeiro como piloto e depois como empresário. Em 1971, assumiu a equipe Brabham, que conquistou dois títulos com o brasileiro Nelson Piquet, em 1981 e 1983. Ele comandou a área comercial da categoria até 23 de janeiro de 2017, quando deixou o cargo após a compra da F1 pela Liberty Media.
Fonte: Poder360




