
Roberta Luchsinger, empresária investigada no inquérito sobre descontos indevidos em benefícios do INSS, usou as redes sociais neste domingo, dia 13 de setembro de 2026, para pedir que Karina Gama, produtora do filme "Dark Horse" — sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro —, não seja julgada antes do fim das investigações. Em publicação, Roberta escreveu que espera que Karina não seja "previamente julgada, condenada ou massacrada pela opinião pública antes que os fatos sejam devidamente apurados, assim como fui e tenho sido". Ela pediu ainda que a produtora não sofra ataques "machistas" e "misóginos". Roberta deixou claro que não conhece Karina e que soube do caso apenas pelo que foi divulgado pela imprensa. Disse também que a manifestação não representa uma defesa da produtora nem uma avaliação sobre sua responsabilidade: "Não estou defendendo ninguém. Estou defendendo direitos e garantias." Na avaliação dela, eventuais responsabilidades devem ser definidas pelas autoridades "com base em fatos e provas". Karina Gama é investigada na Operação Make Up, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, que apura o uso de emendas parlamentares para financiar entidades ligadas à empresária e fluxos financeiros relacionados à produtora do filme. A investigação identificou pagamentos ligados à produtora e ao período de filmagens. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, teria pedido recursos a Vorcaro para financiar o filme. Já Roberta é investigada por sua relação com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, e com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
Fonte: Poder360




